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Inclusão
Associação Mãos que Incluem pode ser declarada de utilidade pública

Divulgação/Dara Verfe/Secom PMU - Entidade atua na capacitação de profissionais e no apoio a crianças atípicas e suas famílias.
A Câmara Municipal analisa o Projeto de Lei Ordinária nº 127/2025, apresentado nesta quinta-feira, 28/8, que visa reconhecer a Associação Mãos que Incluem como de utilidade pública municipal. O PL de autoria da Bancada Progressista, destaca o trabalho social e educacional da associação, criada em março de 2025, que atua na promoção da inclusão de crianças atípicas e na capacitação de profissionais da educação.
Entre as ações realizadas estão eventos de sensibilização, palestras e capacitações voltadas a professores, diretores e auxiliares de inclusão, além de projetos em parceria com o município, como a Barbearia da Inclusão, instalação de placas de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) em praças públicas e o evento “Portas Abertas ao Acolhimento”, voltado ao atendimento de pacientes autistas.
A idealizadora do projeto, Natasha Pavin, mãe de uma criança com Transtorno de Espectro Autista (TEA), ressaltou a importância do reconhecimento. "A iniciativa de declarar o Projeto Mãos que Incluem como de utilidade pública é um reconhecimento muito importante. Esse projeto nasceu com a missão de trazer informação de qualidade sobre inclusão social, quebrando barreiras, ampliando olhares e construindo uma sociedade mais justa e consciente.” explica.
“Ser reconhecido dessa forma significa validar todo o trabalho que estamos fazendo até aqui e fortalecer ainda mais o compromisso de levar conhecimento, apoio e acolhimento às escolas, famílias e à comunidade. É a certeza de que inclusão não é apenas um ideal, mas uma prática que precisa ser incentivada e sustentada pelo poder público e pela sociedade como um todo." finaliza Pavin.
Justificativa
Segundo a justificativa apresentada pelos vereadores da bancada Progressista, Celso Duarte, Joalcei “Juca” Gonçalves e Egídio de Carvalho, a medida permitirá à associação ampliar suas ações, fortalecer parcerias e consolidar seu papel nas políticas de inclusão, beneficiando diretamente crianças, famílias e a comunidade escolar.
Se aprovada, a lei entrará em vigor na data de sua publicação, garantindo formalmente o reconhecimento municipal à entidade.
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