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Expointer

Vaca de Uruguaiana puxa a fila dos grandes compeões

Ocorreu na manhã desta sexta-feira, 1/9, o desfile dos grandes campeões da Expointer é o ponto alto de um evento que promove o melhor da genética animal. Neste ano, foram 3.480 animais de argola inscritos. E puxando a fila na passarela em que são saudados os exemplares que mais se destacaram nos julgamentos, esteve a genética uruguaianense, com a Grande Campeã Aberdeen Angus, São Bibiano Cab Tamarik 8218, da Cabanha São Bibiano.

Veterana, a vaca conquistou o bicampeonato na Expointer este ano e chamava atenção do público com sua pelagem caramelo. “É o segundo ano que ela ganha o prêmio de Grande Campeã da raça Angus, agora ela vai se aposentar das pistas”, conta o tratador Gustavo Benites. 

O animal come três vezes por dia, toma banho, faz caminhadas, deita na sombra e fica solto na propriedade. “Só aqui que ela fica mais presa, daí ela descansa porque é muito pesada e grande, tem 840 quilos”, brinca Gustavo. 

Perto dali, outra fêmea exibia suas rosetas, as primeiras de grande campeã que conquistou: a La Castellana Pimenta, grande campeã égua adulta e eleita melhor exemplar da raça Cavalo Crioulo nesta Expointer. O animal chegou a conquistar o campeonato de égua menor no ano passado, mas não amealhou o grande campeonato na ocasião. “Esse ano ela veio com tudo e levou o título”, celebra o tratador Josué de Lima, da Cabanha La Castellana, de Santiago. A rotina da campeã envolve hidroterapia e exercícios na guia. “Ela também tem que ter uma alimentação balanceada para não engordar muito”, pondera Josué.

Agroindústria Familiar

Neste ano, os animais dividiram os holofotes com salames, linguiças, queijos, vinhos, sucos, doces de leite, mel, melados e cachaças. Pela primeira vez, os vencedores do Concurso de Produtos da Agroindústria Familiar, que está em sua 11ª edição, também participaram do desfile dos grandes campeões, na Pista Central do Parque de Exposições Assis Brasil.  

“A ficha ainda não caiu”, repetia o produtor Aldemir Carrini, da Adega Carrini, de Cacique Doble. Em sua estreia na Expointer, conquistou o primeiro lugar no concurso de vinho tinto de mesa seco. “Não, a gente sabe o produto que tem, de bastante qualidade e aceito pelos consumidores. Mas eu não esperava, numa feira dessa magnitude, ganhar um prêmio”, diz. Apesar de produzir vinhos para a família por 30 anos, foi apenas no ano passado que Aldemir conseguiu registrar sua adega, por meio da Lei de Vinhos Coloniais.

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